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Mostrando postagens de janeiro, 2026

Festa da Rendição

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 Milhares de brasileiros se reúnem na Festa da Rendição, na Praça da Sé, para comemorar a derrota da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial. São Paulo, 8 de maio de 1945.

Osvaldão

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 Cartaz produzido pelo ilustrador Jayme Leão em 1982 comemora os 15 anos da Guerrilha do Araguaia (1967-1974). O cartaz foi encomendado pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e é ilustrado pela figura do guerrilheiro Osvaldo Orlando da Costa, o Osvaldão. Comandante do Destacamento B na Guerrilha do Araguaia, Osvaldão era um dos guerrilheiros mais habilidosos, admirados e queridos pelos ribeirinhos do sul do Pará, a ponto de ser mitificado como imbuído de capacidades sobrenaturais. Diziam que Osvaldão podia se tornar invisível ou se transmutar em pedra, árvore e vento. Foi provavelmente o último guerrilheiro a tombar no Araguaia. Na parte de baixo do cartaz, há um poema atribuído às famílias dos desaparecidos da Guerrilha do Araguaia: "Mas a ditadura se engana Quando pensa que acabaou Pois a semente que plantaram Por lá mesmo ficou E ninguém vai desplantar O que o povo plantou"

Cartaz PCdoB

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Cartaz de divulgação do 11º Congresso Nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), produzido pelos militantes do Amazonas em 2005. Da esquerda para a direita, estão retratados Vladimir Lenin, Mao Tsé-Tung, Che Guevara, Karl Marx, Josef Stalin, João Amazonas e Elza Monnerat.

Cédulas de propaganda

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Josef Stalin ilustra a cédula de 100 cruzeiros da campanha de finanças do Partido Comunista do Brasil (antigo PCB). As cédulas de propaganda e contribuição foram lançadas em 1952 para comemorar o aniversário de 30 anos do partido e arrecadar fundos para o seu IV Congresso, realizado em 1954.  

Morro do Stalin

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 Edição especial do jornal "Voz Operária" em homenagem ao 71º aniversário de Josef Stalin. Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 1949. A capa do jornal é ilustrada com a imagem da gigantesca pichação registrando o nome de Stalin na escarpa do Morro Dois Irmãos, no Rio de Janeiro. A pichação foi feita em 1947 pela comunista e montanhista Elza Monnerat, futura fundadora do PCdoB e combatente da Guerrilha do Araguaia. O nome tinha 40 metros de comprimento e 12 metros de altura e causou um enorme alvoroço. Pressionados pela Embaixada dos Estados Unidos, os bombeiros tentaram limpar o nome por uma semana, sem sucesso. A tarefa teve de ser confiada um imigrante lituano nazista que era alpinista. O episódio, entretanto, ficou gravado na memória dos cariocas, que por muitos anos passaram a chamar o cume de "Morro do Stalin".